English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
ESTOU AO VIVO TODOS OS SÁBADOS DE 6:00H DA MANHÃ ÁS 9:00H DA MANHÃ NA RÁDIO LÍDER 90,1 FM.

VOCÊ É MEU CONVIDADO, ENTRE EM CONTATO PARA PARTICIPAR GRATUITAMENTE DO PROGRAMA ZAPPEANDO. DIVULGUE O TRABALHO QUE VOCÊ REALIZA EM SUA IGREJA, BAIRRO OU ENTIDADE REPRESENTATIVA! CHAMAR NO ZAP (24) 9 .9967-2456

terça-feira, julho 26, 2016

Entidades empresariais se manifestam contra criação do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal


O Fórum Permanente das Entidades Empresariais de Volta Redonda se manifestou contrário a aprovação do Projeto de Lei (PL) 2008/2016 que institui o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal do Estado do Rio de Janeiro (FEEF). O PL – de autoria do poder executivo e que ganhou dezenas de emendas dos deputados estaduais – obrigará diversas empresas a devolverem até 50% dos incentivos fiscais. A obrigatoriedade atingirá tanto os benefícios já em vigor, quanto os que ainda serão concedidos.
Segundo o PL, o montante do valor a ser devolvido será calculado mensalmente pela Receita Estadual e depositado na data fixada pelo governo. Todas as oito entidades que compõem o Fórum encaminharam nesta terça-feira dia 26, emails aos deputados estaduais Jorge Picciani, presidente da ALERJ; Nelson Gonçalves; Ana Paula Rechuan; Edson Albertassi e Doutor Julianelli solicitando que o projeto fosse retirado da pauta de votação da sessão desta terça-feira. As entidades solicitaram ainda que o PL fosse debatido com a classe empresarial antes de ser votado pelos parlamentares.
“Apesar do nosso apelo, o assunto foi colocado em votação nesta terça-feira e aprovado pelos deputados. Vamos avaliar como ficou o texto final e verificar o que pode ser feito para contornar essa situação. Reduzir os incentivos fiscais prejudica uma política que resultou em alta da arrecadação e criação de empregos no estado do Rio. E não será a solução para fechar as contas de 2016, muito menos dos próximos anos”, opinou Evandro Queiróz, presidente do Fórum. Para ele, a aprovação do PL reduzirá ainda mais a competitividade do Rio de Janeiro, além de gerar insegurança jurídica para empresas e setores que atualmente utilizam regimes tributários diferenciados.