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quarta-feira, setembro 21, 2016

Governo do Estado investe em projetos de inclusão

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio de órgãos e programas, tem investido em projetos de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Agente da Operação Lei Seca há sete anos, o cadeirante Márcio Alcântara aumentou sua qualidade de vida e melhorou sua condição financeira ao começar a atividade junto com outros colegas.
Ele é um dos cadeirantes da ação permanente, iniciada em 2009. O grupo distribui folhetos educativos e adesivos em bares e restaurantes, além de contar sua história em palestras realizadas em escolas municipais e estaduais, autoescolas e universidades.
No total, 30 cadeirantes atuam nas ações de conscientização da operação, da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.
– Aos 21 anos sofri um acidente e fiquei tetraplégico. Hoje, tenho um trabalho que pode ajudar outras pessoas a não beber antes de dirigir. A proposta de inclusão da Operação Lei Seca foi fundamental na minha vida – disse Márcio, de 45 anos.
Programa Jovem Aprendiz
Na Cedae, quase mil pessoas já deram seus primeiros passos na vida profissional como estagiários do programa Jovem Aprendiz. Desde 2009, quando o projeto teve início, 968 adolescentes já passaram pela companhia.
Atualmente, há 196 aprendizes na Cedae, sendo 14 pessoas com deficiência intelectual. Estes jovens atuam na função de auxiliar administrativo nas áreas de administração, comercial, contabilidade, financeira, informática e jurídica.
Para os jovens com deficiência intelectual, o programa é uma oportunidade de superar não apenas a dificuldade de ingressar no mercado de trabalho, mas também o preconceito.
– Já procurava estágio e emprego antes. Hoje, estou há quase um ano na Cedae. Já aprendi a trabalhar com todo o sistema de planilhas e acho que posso usar a experiência para outros trabalhos semelhantes no futuro – contou César Rubens Ribeiro, de 24 anos.
Ações na Faetec
Quem conhece Elizabeth Canejo, de 55 anos, não imagina a vida agitada que ela tem. A articuladora da Divisão de Diversidade e Inclusão (Divin) da Faetec trabalha capacitando professores da rede de ensino para atuar com pessoas com deficiência, além de dar suporte aos estudantes que precisam de auxílio para se adaptar às aulas. Elizabeth, que é deficiente visual, também é nadadora e surfa nas horas vagas.
– Orientamos os professores a atender alunos com necessidades educacionais especiais ou com deficiência. Tenho orgulho de trabalhar na Divin. Tive outros empregos, mas sabemos que é difícil a inserção no mercado de trabalho – afirmou Elizabeth.http://diariodovale.com.br/tempo-real/governo-do-estado-investe-em-projetos-de-inclusao/