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segunda-feira, abril 10, 2017

As eleições para a nova composição do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) vão ser transparentes e democráticas

As eleições para a nova composição do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) vão ser transparentes e democráticas. O Diário Oficial da União (DOU) publicou, em sua edição de quinta-feira (06/04), o decreto que adequa os representantes do governo à nova estrutura administrativa e traz clareza sobre o processo eleitoral. A comissão eleitoral será formada por um representante do Conjuve, um da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e um do Fórum Nacional de Gestores de Juventude (Forjuve). O governo federal é minoria na comissão, com dois representantes. Esta será a primeira vez que a eleição do conselho tem as regras definidas no seu ordenamento, porque o decreto anterior e o regimento interno do Conjuve nada traziam sobre o assunto. Para fortalecer e ampliar o colegiado, foi criada uma comissão eleitoral independente, que vai elaborar o edital de convocação de eleições e lhe dar ampla divulgação. O objetivo é ampliar a participação de todos os estados e abrir o colegiado para entidades de diferentes localidades do Brasil. A Comissão Eleitoral vai definir as regras das eleições de forma isenta, com chamamento público para que entidades de todo o país possam participar. O objetivo é tornar as eleições mais democráticas e garantir, de fato, maior participação da juventude, abrindo as portas para ouvir organizações de todo o território nacional, entidades regionais e as mais variadas formas de expressão da juventude brasileira. Conquistas - Nesses 12 anos, o Conjuve foi responsável por importantes conquistas da juventude brasileira, como o Pacto pela Juventude, as Conferências Nacionais de Políticas Públicas de Juventude e a formulação do Estatuto da Juventude. Mesmo com mais de uma década de atuação, o conselho ainda é desconhecido da população em geral e precisa de uma divulgação ampla e transparente de seu trabalho e da escolha dos seus integrantes, que serão a voz da juventude brasileira. Com uma Comissão Eleitoral independente haverá mais transparência e pluralidade no processo de escolha dos representantes do conselho, tornando-o ambiente de diálogo democrático de todas as entidades de juventude de todos os cantos do Brasil. Além disso, com as novas regras, 13 das cadeiras do colegiado serão distribuídas com base nos 11 eixos temáticos do Estatuto da Juventude.