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sexta-feira, abril 07, 2017

Comércio varejista de construção civil se mostra otimista mesmo na crise



O ano de 2016 foi marcado pela crise e atingiu diversos setores da economia, entre eles o da construção civil. De acordo com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), a expectativa é que em 2017 o setor cresça 3% já neste primeiro semestre.
Os números apontam que nestes meses iniciais o desempenho foi similar ao registrado pelo setor no mesmo período do ano passado. “Na média, estamos 1% acima do mesmo período de 2016”, explica o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.
O administrador Julio Cesar de Oliveira, da loja Pá de Coisas, no bairro Aterrado em Volta Redonda confirma a tendência do mercado, segundo ele o volume de vendas vem se mantendo estável desde o fim do último ano.
“As vendas nesse período não estão muito diferentes com relação ao fim de 2016, porém estamos muito otimistas com a retomada da economia. Acreditamos que em breve o mercado volte aos níveis normais de crescimento” destacou Júlio..
Para o presidente da Anamaco, a expectativa é de que nos próximos meses o cenário se mostre mais favorável.  Ainda fazendo uma comparação com 2016, de agosto de 2016 a fevereiro de 2017, o varejo de material de construção apresentou desempenho positivo de 4%.
“Início do ano é um período tradicionalmente fraco para o nosso setor. O ano realmente só começa depois do Carnaval, até porque as pessoas têm outros gastos extras para se preocuparem nos primeiros meses do ano: IPVA, IPTU, matrículas escolares. Por conta disso, as pessoas acabam adiando as obras e reformas, porque elas exigem um planejamento maior no controle de gastos”, completa Cláudio Conz.
Como forma de tentar alavancar as vendas no setor, comerciantes tem apostado em ações de interação com o consumidor, para tentar atrair a atenção do público.
“Como forma de reverter a crise e crescer nosso volume de vendas, estamos investindo em promoções e em divulgação para os consumidores, utilizando diversas formas de propaganda, entre elas as redes sociais” explicou Júlio César.