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quinta-feira, junho 01, 2017

Dia Mundial sem Tabaco: Mulheres são maioria no programa de Controle ao Tabagismo em Volta Redonda

Dia Mundial sem Tabaco: Mulheres são maioria no programa de Controle ao Tabagismo em Volta Redonda
No Brasil, 23 pessoas morrem por hora por conta do cigarro

No Dia Mundial sem Tabaco, comemorado nesta quarta-feira, dia 31, um dado chama a atenção em Volta Redonda: de cinco mil pessoas inscritas no programa de Controle ao Tabagismo e outros Fatores de Risco, na cidade, 70% são mulheres. No último domingo, dia 28, a secretaria municipal de Saúde lembrou a data distribuindo panfletos informativos sobre os malefícios do cigarro na Rua de Lazer, na Radial Leste.
Segundo a coordenadora do programa, Ana Lúcia Peixoto Quaresma, um dos principais motivos é a junção do cigarro ao uso de anticoncepcional. “Com isso, elas procuram tratamento para não adoecer por terem maior risco com os problemas de trombose”, ressaltou, acrescentando que também há outras razões. “O homem quando entra no grupo geralmente logo sai, infelizmente, talvez por ser mais radical. Já a mulher é um pouco mais persistente. Coisas da personalidade, relacionadas a preservação da vida e preocupação com os filhos”, comentou.
As unidades básicas de Saúde e de Saúde da Família de Volta Redonda, além do UniFOA (Centro Universitário de Volta Redonda), no bairro Aterrado, oferecem o tratamento contra o tabagismo. Os interessados devem procurar a unidade de saúde mais próxima, levar identidade, comprovante de residência e cartão SUS (Sistema Único de Saúde). O usuário passa por um teste, que discrimina o grau de dependência psicológica, comportamental ou física.
Depois, a pessoa será inserida em um grupo cognitivo comportamental, onde irá freqüentar reuniões por cinco semanas. De acordo com cada indivíduo, irá receber o tratamento com adesivo e goma de mascar, que são repositores de nicotina, além da bupropiona - um medicamento. “A pessoa será acompanhada de um médico especialista, onde irá passar para a fase de manutenção, que dura um ano. Nesse período, o paciente freqüenta a unidade nos primeiros dois meses de 15 em 15 dias e depois uma vez ao mês. Mas nada impede de que ela vá mais vezes”, ressaltou Ana Lúcia.
No Brasil, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, 23 pessoas morrem por hora por conta do tabaco.