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quinta-feira, agosto 03, 2017

Projetos do Saae BM fortalecem a conscientização ambiental no município



Objetivo dos trabalhos é incentivar a preservação do meio ambiente, a geração de trabalho e renda e redução dos custos com limpeza pública 

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Barra Mansa tem atribuições que vão além do abastecimento de água no município. A autarquia é responsável também por diversas questões ambientais na cidade com objetivo de conscientizar e incentivar a população à reciclagem e preservação do meio ambiente. O programa de Coleta Seletiva, recentemente reestruturado, voltou a funcionar em maio deste ano através da Coordenação de Resíduos Sólidos (CRS).
“Atualmente atendemos 32 bairros dos 88 da cidade, recolhendo e processando aproximadamente 45 toneladas de material reciclável por mês, oriundos de domicílios, lojas, empresas, etc. Com o apoio do governo municipal, estamos trabalhando para ampliar a área de coleta e, consequentemente o volume de material reciclado”, conta o coordenador da CRS, Jackson Rabelo, acrescentado que a meta é recolher 100 toneladas de material reciclável.
Setor importante para o programa de Coleta Seletiva, a CoopCat (Cooperativa Mista de Catadores de Materiais Recicláveis de Barra Mansa) conta com cerca de 21 cooperados trabalhando.  Localizada no bairro Ano Bom, a CoopCat recebe todo o material coletado realiza a triagem, empacota e vende a recicladores que, por sua vez, comercializa para as indústrias de transformação. Toda a renda ganha é destinada aos próprios cooperados.
Essa dinâmica de trabalho faz parte de um dos três pilares de atividades do programa de Coleta Seletiva: preservação do meio ambiente, sendo o principal objetivo; atendimento e geração de trabalho e renda para os catadores e cooperados e redução do custo com a limpeza pública.
Descarte de Lâmpadas
Outra preocupação da CRS é a questão dos materiais eletroeletrônicos e lâmpadas, como o caso das fluorescentes. Cada lâmpada contém uma carga forte de mercúrio em forma de vapor que, em contato com o meio ambiente se liquefaz e, geralmente, é arrastado pela chuvas para os córregos, rios e para o mar.
“Esse metal é letal para os peixes, eles absorvem isso na água e o homem que consome esse peixe pode ter problemas sérios nos rins e fígado que podem levar à morte. Por essa razão, temos que dar a elas o destino correto. Temos legislações próprias para que isso aconteça”, explica Jackson.
A lei 12.305/2010 que define a política nacional de resíduos sólidos fala sobre logística reversa, definindo que quando uma lâmpada queima, o consumidor é obrigado a devolvê-la ao ponto de venda, onde será destinada para reciclagem.
 “100% da lâmpada fluorescente é reciclada, inclusive o gás. Esse gás após alguns processos físicos/químicos, volta ao seu estado natural e pode ser usado na fabricação de outras lâmpadas. Nós estaremos fazendo essa campanha, para que a população possa exercer esse direito de preservar o meio ambiente através do descarte correto desse material. Estaremos seguramente retornando com o Eco Lâmpadas esse ano ainda”, pontua o coordenador.
A Coordenação de Resíduos Sólidos do Saae também é responsável pela coleta de lixo urbano e hospitalar, recolhimento de animais mortos, limpeza do sistema de drenagem, limpeza de córregos e rios, fiscalização de terrenos baldios, fiscalização e recolhimento de entulhos dispostos nas ruas pela população, educação ambiental voltada para a limpeza pública, varrição da cidade e capina.
Eco Óleo

O projeto Eco Óleo, criado em 2010, trabalha combatendo o descarte irregular do óleo de cozinha, através de campanhas de conscientização para a população e de serviços de coletas em bares, restaurantes, lanchonetes e residências. O objetivo principal do projeto é conter a contaminação de rios, solos e tubulações do município.

Nos últimos dois meses, o projeto destinou mais de 1500 litros de óleo de fritura coletados na cidade para cooperativa Coopcat, que recebe todo o óleo coletado, filtra e vende para a fabricação de tinta, sabão e biodiesel.  A meta do Eco Óleo é recolher 1500 litros por mês, totalizando 18 mil litros por ano.